DIFERENCIAL

CHOP
Philadelphia

+ 25 anos
experiência

Doutorado
UFRJ

Pioneiro
correção endoscópica

Referência
em RVU
ATENÇÃO

O maior risco não é o diagnóstico
Muitos pacientes chegam após meses ou anos de acompanhamento sem uma definição clara da estratégia de tratamento.
O principal desafio não é apenas diagnosticar o refluxo, mas identificar quais crianças podem ser observadas clinicamente e quais precisam de intervenção para proteger os rins.
O QUE É?
Como o refluxo vesicoureteral ocorre?
Quando a válvula entre ureter e bexiga não funciona adequadamente, a urina pode retornar ao rim.
Episódios repetidos de infecção urinária na presença do refluxo podem levar à formação de cicatrizes renais.

Cicatrizes renais
GRAUS
Graus do refluxo vesicoureteral (RVU)
A classificação do refluxo avalia o grau de retorno da urina da bexiga e sua repercussão sobre a presença de dilatação do ureter e sistema coletor do rim.



Chance de desparecer sem cirurgia
Quanto maior o grau, menor a chance de resolução espontânea e maior a probabilidade de necessidade de tratamento cirúrgico.




A decisão do tratamento não depende apenas do grau, mas também da idade da criança, presença de infecções urinárias, cicatrizes renais e função dos rins.
DIAGNÓSTICO
Como investigamos o refluxo vesicoureteral?
O objetivo dos exames não é apenas confirmar o refluxo, mas identificar se ele está causando cicatrizes ou perda de furnção renal e definir a melhor estratégia de acompanhamento ou tratamento.

Ultrassonografia
(USG)

Uretrocistografia
(UCM)

Cintilografia renal com
DMSA
SINAIS DE ALERTA
Quando o refluxo preocupa?

Infecções urinárias febris

Cicatrizes renais

Perda funcional do rim

Bebês menores de 1 ano

Malformações associadas
MINIMAMENTE INVASIVO
Correção endoscópica do refluxo (Deflux)
Técnica minimamente invasiva que utiliza um material biocompatível para corrigir o refluxo sem cortes.
Em crianças selecionadas, pode evitar a necessidade de cirurgia aberta.
Sem cortes
Cerca de 30 minutos

Alta geralmente no mesmo dia
Excelente resultados nos casos selecionados

Vídeo intraoperatório de correção endoscópica do refluxo vesicoureteral realizado pelo Dr. Domingos Bica.
CIRURGIA ABERTA
Quando a cirurgia aberta ainda é necessária?
Atualmente reservada para casos selecionados, como refluxos de alto grau, falha do tratamento endoscópico ou alterações anatômicas associadas.
A cirurgia recria o mecanismo natural de proteção entre bexiga e urerer, impedindo o retorno da urina aos rins.
Altas taxas de sucesso
Correção definitiva na maioria dos casos
Internação curta

ABORDAGEM
Qual o melhor tratamento para o meu filho?

Observação
Casos leves podem ser apenas acompanhados.

Profilaxia antibiótica
Proteção temporária enquanto aguardamos a maturação natural.

Correção endoscópica
Procedimento minimamente invasivo com excelentes resultados em casos selecionados.

Cirurgia aberta
Indicada para refluxos mais complexos ou persistentes.
FAQ
Perguntas frequentes sobre refluxo vesicoureteral na criança
Conteúdo médico elaborado e revisado por:
Dr. Domingos Bica
CRM-RJ 52.41744-5 | RQE 53312
EXPERIÊNCIA
Experiência para indicar o tratamento certo no momento certo.
Há mais de 25 anos, o Dr. Domingos Bica acompanha crianças com refluxo vesicoureteral.
Com formação em centros internacionais de referêrncia em Urologia Pediátrica, participou dos grupos pioneiros na introdução e difusão da correção endoscópica do refluxo vesicoureteral em nosso meio.
Destaques da formação do Dr. Bica:
-
Children's Hospital of Philadelphia (EUA)
-
Basler Kinderspital (Suíça)
-
Mestrado e Doutorado – UFRJ
-
Mais de 25 anos dedicados exclusivamente à Urologia Pediátrica



