Mais de 25 anos dedicados exclusivamente à Urologia Pediátrica. Formação internacional e atuação acadêmica.

Children's Hospital of Philadelphia (EUA)

Basler Kinderspital (Suíça)

Universidade Federal do Rio de Janeiro
(Mestrado e Doutorado)
RELATOS FREQUENTES
Muitos pais chegam à consulta perguntando:
Por que o testículo sobe?

Por que ele às vezes desaparece?


Meu filho realmente precisa operar?
UM PONTO IMPORTANTE
O acompanhamento com o urologista pediátrico ajuda a definir o melhor caminho.
Na primeira consulta, a maioria dos meninos não apresenta indicação cirúrgica.
Alguns, entretanto, precisam de acompanhamento porque podem evoluir para testículo ascendente ou apresentar condições associadas como hérnia inguinal.
O acompanhamento especializado permite:
-
identificar precocemente essas mudanças,
-
acompanhar a evolução durante o crescimento;
-
indicar cirurgia somente quando ela é realmente necessária.
O QUE É?
Testículo retrátil ou testículo não descido?
Embora pareçam semelhantes, são situações diferentes e o tratamento também é diferente.
TESTÍCULO RETRÁTIL
✔ Desceu normalmente.
✔ Pode subir temporariamente.
✔ Retorna à bolsa.
✔ Baixo risco de complicações.
✔ Geralmente não precisa de cirurgia.
TESTÍCULO NÃO DESCIDO
✖ Não completou a descida.
✖ Permanece fora da bolsa.
✖ Não retorna à bolsa.
✖ Maior risco de complicações.
✖ Geralmente necessita de cirurgia.

Retorna à bolsa

Permanece fora da bolsa
DIAGNÓSTICO

O diagnóstico do testículo retrátil começa pelo exame clínico correto
Durante o exame físico, alguns detalhes são fundamentais para diferenciar um testículo retrátil de um testículo não descido.
Ambiente tranquilo para reduzir o reflexo cremastérico.
Exame com a criança em pé (ou sentada com pernas pendentes nos lactentes).
Palpação delicada e sem provocar desconforto.
Observação dinâmica da posição do testículo.
Na maioria dos casos, o exame clínico é suficiente para estabelecer o diagnóstio.
O exame clínico continua sendo o padrão-ouro.
A experiência do urologista pediátrico faz diferença justamente na interpretação desses achados.
ACOMPANHAMENTO

Revisões periódicas
Confirmar que o testículo continua retornando espontaneamente à bolsa.
A maioria dos meninos não precisará de cirurgia

Primeira avaliação
Diferenciar testículo retrátil de testículo não descido.

O acompanhamento periódico serve para confirmar confirmar que o testículo continua evoluindo normalmente durante o crescimento e identificar precocemente os poucos pacientes que realmente precisarão de tratamento.

Cada caso evolui de forma diferente
Alguns recebem alta rapidamente. Outros precisam de seguimento por mais tempo.
Pesquisar alterações associadas

Hérnia inguinal, persistência do conduto peritônio-vaginal e outras alterações associadas.

Cirurgia apenas quando indicada
Evitar tanto cirurgias desnecessárias quanto perder o momento ideal.
INDICAÇÃO
Quando pensar em cirurgia?
A maioria dos meninos não precisará de cirurgia. A indicação é baseada na evolução clínica durante o acompanhamento. Existe um momento ideal para realizá-la.
Testículo deixa de permanecer espontaneamente na bolsa.
Evolui para um testículo ascendente.
Evolução progressiva dos achados durante o acompanhamento.
Presença de hérnia inguinal ou persistência do conduto peritônio-vaginal.
Dor ou desconforto na região inguinal ou testicular.
TRATAMENTO CIRÚRGICO
Como é a cirurgia quando existe indicação?

Procedimento rápido
A cirurgia costuma durar cerca de 30 minutos.

Alta no mesmo dia
A criança geralmente recebe alta algumas horas após a cirurgia.

Incisão discreta
Pequena incisão na bolsa escrotal, geralmente quase imperceptívela após a cicatrização.

Orquidopexia
Posicionamento e fixação do testículo na bolsa escrotal.

Quando a cirurgia é indicada, o objetivo é posicionar definitivamente o testículo na bolsa escrotal, preservando seu desenvolvimento normal. No mesmo procedimento, alterações associadas como hérnia inguinal ou persitência do conduto peritônio-vaginal. Na maioria dos casos, a recuperação é rápida e a alta ocorre no mesmo dia.
FAQ
Perguntas frequentes sobre testículo retrátil na criança
Conteúdo médico elaborado e revisado por:
Dr. Domingos Bica
CRM-RJ 52.41744-5 | RQE 53312
EXPERIÊNCIA
Experiência para indicar o tratamento certo no momento certo.
Há mais de 25 anos, o Dr. Domingos Bica acompanha crianças com alterações testiculares, desde os casos que precisam apenas de observação até aqueles que realmente necessitam tratamento cirúrgico.
Com formação em centros internacionais de referêrncia em Urologia Pediátrica, reune experiência clínica e acadêmica voltada ao diagnóstico e tratamento das alterações testiculares infantis.
Destaques da formação do Dr. Bica:
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Children's Hospital of Philadelphia (EUA)
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Basler Kinderspital (Suíça)
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Mestrado e Doutorado – UFRJ
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Mais de 25 anos dedicados exclusivamente à Urologia Pediátrica



